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Programa

Coproduções

O LU.CA – Teatro Luís de Camões tem uma programação artística regular exclusivamente dedicada às Crianças e aos Jovens. Faz parte da sua missão apoiar e apresentar a criação performativa contemporânea sobre tópicos relevantes do nosso tempo.

 

Para concretizar estas ideias estabelece coproduções e parcerias com instituições e companhias nacionais e internacionais, desde 1 de junho de 2018, altura da sua abertura.

 

2022

 

Eu cá, Tu lá

Teatro

Março 2022

Nuno Lucas

 

Eu Cá, Tu Lá é uma peça de iniciação à escuta. Uma escuta do outro. Partindo de gravações sonoras de palavras tiradas de diversos contextos como, por exemplo, de discursos motivacionais, um anúncio de um prémio de lotaria, tutoriais do YouTube ou de entrevistas feitas a crianças em diferentes pontos de Portugal, esta peça explora a beleza e o poder da oralidade. Não só nos modos de falar de cada um, mas também na forma como se dizem as coisas. E é precisamente nessa fronteira que existe entre o espaço íntimo – do eu, cá – e no contacto com o outro – o tu, lá – que esta peça nasce. Por detrás de uma palavra há sempre um alguém que usa esse mecanismo linguístico como um gesto de aproximação.

 

coprodução O Rumo do Fumo, LU.CA – Teatro Luís de Camões, Teatro Municipal do Porto e A Oficina

 

 

 

Não há duas sem três

Teatro

Janeiro 2022

Catarina Requeijo

 

Na feira popular ninguém passa frete! É a certeza da tia Odete.

 

A sobrinha Manela vai adorar e o marido Alfredo vai ter de alinhar. Lugar de aventuras, mas também de surpresa. E não é que a pequena resolve sair à francesa? Aproveitando uma distração, Manela desaparece no meio da multidão. Onde estará a pequena? No carrossel? No comboio fantasma? A comer uma fartura? E assim começa a aventura. Odete não perde a lucidez porque sabe que Não há duas sem três. Acabarão por encontrar a Manela? E, afinal, onde estava ela? Na sequência dos espetáculos “A Grande Corrida” e “Muita Tralha Pouca Tralha”, Catarina Requeijo faz uma terceira incursão neste formato de monólogo “todo-o-terreno”, recorrendo às personagens já apresentadas: Manuela, a sobrinha automobilista, Odete, a tia orgulhosa e Alfredo, o tio rezingão.

 

coprodução Formiga Atómica e LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

2021

 

 

O Anel do Unicórnio – uma ópera em miniatura

Ópera

Dezembro 2021

Ana Lázaro, Martim Sousa Tavares e Ricardo Neves-Neves

 

Pedro Patê é um rapaz enfadado pela sua invulgar sorte: filho de dois cantores de ópera vive ele próprio dentro de uma

ópera que nunca acaba, com a música de fundo de uma orquestra que pauteia cada gesto que faz. Aborrecido com esta condição, e farto de ouvir ininterruptamente árias, cavatinas, intermezzos e afins (imagine-se o que é ser-se acompanhado por uma orquestra quando se quer simplesmente ler um livro de banda desenhada, tomar banho, ou fazer chichi), ou de ser arrastado para aventuras épicas ou intrigas e tropelias pelo seu pai, Bellini Bel Canto (um ex-barbeiro em Sevilha), e a sua mãe, Faustina Balão, uma verdadeira diva barroca (não confundir com “divã barroco”, ela fica muito zangada!), Pedro Patê sonha com a possibilidade de vir a ser Ilusionista e descobrir o truque que roube as cantorias das bocas da sua família apenas com um estalar de dedos! Até que um dia, o gato de estimação de Faustina Balão: Don Giovanni al Latte, desaparece misteriosamente. Precisamente no dia em que Bellini Bel Canto e Faustina Balão celebram as Bodas de Prata, e quando Bellini Del Canto prepara uma surpresa para a sua amada Faustina: entregar-lhe um anel que sele o seu casamento até à eternidade.

 

coprodução Culturproject, Teatro do Eléctrico, LU.CA – Teatro Luís de Camões, Cineteatro Louletano, A Oficina, Centro de Arte de Ovar, 23 Milhas e Centro Cultural Malaposta

 

 

O Estado do Mundo (Quando acordas)

Teatro

Novembro 2021

Formiga Atómica

 

O Estado do Mundo (Quando Acordas) explora a relação de causa-efeito entre pequenos gestos e grandes consequências. Através de utensílios domésticos, aparelhos eletrónicos, bens essenciais do dia-a-dia de todos nós – eles próprios responsáveis pelas alterações climáticas – o espetáculo sublinhará uma ideia de paradoxo: entre aquilo que defendemos a respeito deste tema e a nossa incapacidade de abdicar de comportamentos do quotidiano. Em cena, apenas um intérprete e uma panóplia de utensílios, retrato das nossas vidas, onde o consumo ocupa um lugar incontornável. Até que ponto os nossos pequenos gestos podem causar grandes impactos? Até que ponto uma torradeira ou um secador podem ser responsáveis por grandes desastres naturais, como um incêndio ou uma tempestade de areia? Até que ponto adicionar um cubo de gelo na bebida ou barrar o pão com manteiga são gestos sem consequência?

 

coprodução Formiga Atómica, LU.CA – Teatro Luís de Camões, Comédias do Minho, Materiais Diversos e Théâtre de la Ville

 

 

Mais Alto!

Música

Setembro 2021

Afonso Cabral, Francisca Cortesão, Inês Sousa, Isabel Minhós Martins e Sérgio Nascimento

 

Ao longo da História, sempre sonhámos com as alturas: queremos mais. Queremos chegar mais alto. Não queremos mais isto, mas queremos muito aquilo. Muitas vezes, ao nosso lado, estavam canções a dizer tudo isto. A dizer coisas como: não toleramos mais o racismo. Queremos direitos iguais para homens e mulheres. Bons cuidados de saúde para todos. A preservação das florestas. Salários justos. Horários humanos. Coisas assim, sérias e importantes. Tão altas que não se podem sussurrar. A música pode mudar o mundo? O mundo faz mudar a música? Este vai ser um concerto para celebrar o poder da música. Em viagem, pelo tempo e pelo espaço, para descobrir músicas que nos juntaram e que precisámos de cantar (bem alto!) para nos fazermos ouvir.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

MACBAD

Teatro

Junho 2021

Teatro Praga

 

MACBAD é o terceiro projeto de uma série de espetáculos do Teatro Praga (TP) dedicados axs mais novxs e inspirados pelas obras-primas do dramaturgo inglês William Shakespeare. Desta vez, o TP atira-se a uma das peças malditas de Shakespeare, «Macbeth»: a “peça escocesa” que tem como características mais marcantes a presença de um trio de bruxas e as suas profecias. Nesta história, o herói e vilão Macbeth chama-se MacBad – não fosse ele o verdadeiro bad guy! – e será ele que, mesmo tentando escapar às profecias das três bruxas, desempenhará o papel de as cumprir. Já o espectador é protagonista e também um gamer, que garante que a história chega ao fim. Para isso, o espetáculo recorre a mecanismos inspirados em sistemas de jogos famosos de interpretação de papéis, como Dungeons & Dragons e Game Centers. Serão assim vários jogos-dentro-do-jogo e tudo convergirá para que as profecias, apesar de tudo, se realizem.

 

coprodução Teatro Praga, LU.CA – Teatro Luís de Camões e A Oficina

 

 

Azul Vermelho Azul Manteiga

Teatro/Online

Março e abril 2021

Cão Solteiro

 

Azul Vermelho Azul Manteiga é um espetáculo para crianças, uma aula de física para pessoas pequenas e grandes e um jogo de cor inventado, a partir dos textos de Michel Pastoureau, Josef Albers e Ludwig Wittgenstein. Juntos, estes autores ensinam-nos a estudar a natureza das cores e a questionar o modo como vemos as coisas, as casas, as plantas, os animais ou as pessoas. As cores têm uma história atribulada de viagens, têm sentimentos, têm amigos e inimigos, ensinam-nos códigos que seguimos sem pensar, influenciam profundamente o ambiente, os comportamentos, a linguagem e a imaginação.

 

coprodução Cão Solteiro, LU.CA – Teatro Luís de Camões e A Oficina

 

 

Dicionário

Teatro/Online

Fevereiro 2021

Silly Season

 

Primeiro, encontramos a prateleira do dicionário. Reparamos que há muito tempo não era aberto nem folheado… estava apenas ali, sozinho. Pegamos nele, sentimos-lhe o peso. Fechamos os olhos e abrimo-lo numa página aleatória. Com o indicador marcamos um ponto na folha e abrimos os olhos: Que palavra encontrámos? Dicionário é um jogo coletivo proposto às crianças, mas também um desafio aos adultos que as acompanham. Durante quatro episódios, que serão disponibilizados online pelo LU.CA, os SillySeason oferecem uma viagem ao universo das palavras, de certas palavras – grandes ou pequenas, fáceis ou difíceis – que se encontram num dicionário. Para isso, só precisas de ter contigo um dicionário, claro está!

 

coprodução Silly Season e LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

2020

 

 

Que Grande Estrondo!

Teatro

Dezembro 2020

João Fazenda

 

Numa manhã de um dia igual a tantos outros, o Pato Elias e o Dinossauro Rex correm pela rua por razões diferentes: o Pato está atrasado e o Dinossauro persegue um coelho para o assustar. Correm tão rápido que não dão um pelo outro e chocam numa esquina, com grande estrondo. Ninguém se magoa e seguem as suas vidas, mas depois desse choque, tudo nesse dia vai ser diferente. Ambos vão descobrir que afinal as coisas não são sempre como parecem e como às vezes é preciso mudar de lugar para perceber melhor o que nos rodeia. E também que certos problemas se resolvem cantando a uma só voz.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

 

Ladrão de Barulhos

Música/Dança

Novembro 2020

Diogo Alvim e Inês Botelho

 

A Atleta lança uma coisa para Lá e… A coisa salta do topo de uma falésia, precipita-se, entra em queda e atravessa a pique a densidade do ar até ao impacto com a água do mar! Depois, abranda abruptamente a velocidade e gravidade durante a submersão… Até inverter o sentido, começar a subir, atravessar novamente a superfície e ficar a boiar. Ouvimos tudo. Nada vemos. Do lado de Cá da parede conseguimos ver e ouvir tudo. Há bolas, rodas e outros objetos e uma Orelha especial à procura destes sons. São coisas que escorregam, caem, batem, partem, saltam, giram e viram, levando-nos a uma longa viagem sonora. São sons do que se vê e do que se imagina. Uma criação de Diogo Alvim e Inês Botelho que junta teatro, música, dança e mímica.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

 

A Quinta dos Animais

Teatro

Novembro 2020

Tonan Quito

 

Publicado em 1945, “A Quinta dos Animais”, de George Orwell, é um texto político e satírico, mas também uma fábula sobre o modo como nos relacionamos com o outro. Soma-se a isso o velho tema do poder, de como pode ser irresistível e, em última análise, de como corrompe. Em tempos de incerteza e de medo, e enquanto assistimos a exercícios de poder ferozes, nada mais atual e transversal do que provocar uma discussão sobre quem manda. Quem manda aqui?

 

coprodução HomemBala, LU.CA – Teatro Luís de Camões e Teatro Virgínia

 

fotografia de ensaio de Alípio Padilha

 

Sons Mentirosos

Dança

Outubro 2020

Sofia Dias e Vitor Roriz

 

“Sons mentirosos” é uma peça para crianças que alterna entre o concreto e o abstrato servindo-se do movimento, da voz, da palavra, de objetos e sons.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões, Materiais Diversos, Teatro Nacional São João e Théâtre de la Ville

 

 

 

Los Protagonistas

Teatro

Setembro 2020

El Conde de Torrefiel

 

“Los Protagonistas” é uma instalação de cinco paisagens enigmáticas nas quais os espectadores se aventuram, como se fossem exploradores a terras longínquas e, uma vez lá dentro, se tornam parte do corpo da história. “Los Protagonistas” é uma história inacabada povoada por personagens incompletos, uma história indefinida cujo resultado será modelado por quem anda entre seus restos mortais e uma história que pede para ser descoberta por aqueles que a atravessam, equipados com auscultadores.

 

coprodução Teatre Lliure de Barcelona, FOG -Triennale dell’Arte di Milano, LU.CA -Teatro Luís de Camões, Lisboa, Teatro di Sardegna, Alhondiga Bilbao, La Batîe-Festival de Génève, Gruẗ li – Centre de production et de diffusion des arts vivants, Genève e Centro cultural Conde Duque, Madrid

 

 

Fotografia de cena do ator Raimundo Cosme com uma nuvem na cabeça

 

A Árvore Branca

Teatro

Fevereiro 2020

Plataforma285/Raimundo Cosme

 

Que paisagem tão desarrumada! Terão a árvore e a nuvem trocado de lugar? Vamos investigar… Inspirado no livro TROCA-TINTAS do ilustrador Gonçalo Viana, A Árvore Branca é um espetáculo sobre felicidades desarrumadas e cores desalinhadas, para pormos os pontos nos ós. Que paisagem tão desarrumada! Terão a árvore e a nuvem trocado de lugar? Vamos investigar… Inspirado no livro TROCA-TINTAS do ilustrador Gonçalo Viana, A Árvore Branca é um espetáculo sobre felicidades desarrumadas e cores desalinhadas, para pormos os pontos nos ós.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões, A Oficina, CAE Sever do Vouga

 

 

Fotografia dos dois interpretes

 

A Caminhada

Dança

Janeiro 2020

Bruno Alexandre

 

Este espetáculo de dança é também sobre crescer de muitas formas e rodeado de invenções. É sobre ter que inventar brincadeiras para ocupar o tempo. É sobre falas e danças imaginárias. É como mergulhar num livro de aventuras e passar a ser a personagem desse livro, ou entrar dentro da tela de cinema e passar a ser feito de outra realidade.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões e Escarpa Fictícia

 

 

 

2019

 

Três dos atores do Aldearã, no meio de um arrozal. Um está vestido de astronauta, uma agarra numa mala e a terceira uma planta.

 

Aldebarã

Teatro

Novembro 2019

Marco Paiva

 

ALDEBARÃ é um espetáculo teatral para a juventude construído a partir de jornadas mitológicas de heróis como Ulisses, Eneias e Jasão. Numa viagem ao desconhecido exploram-se questões como alteridade, diversidade e construção de linguagem. Este é um projeto concebido pela associação cultural Terra Amarela com um elenco de intérpretes-criadores com um perfil que se apoia na riqueza da diferença. Uma tripulação incomum numa aventura desafiadora e uma nova maneira de olhar o mundo.

 

coprodução LU.CA Teatro Luís de Camões, Cine-Teatro louletano e A Oficina

 

 

fotografia de cena do espetáculo Mesa, onde vemos a atriz sentada a uma mesa iluminada com o restante palco às escuras.

 

A Mesa

Teatro

Novembro 2019

Catarina Requeijo

 

Tendo como ponto de partida o livro “Uma mesa é uma mesa. Será?”, da Planeta Tangerina, e as pesquisas realizadas em contexto escolar, este espetáculo destinado a crianças do 1º ciclo, pretende explorar este objeto não só na sua dimensão utilitária, mas também nas suas dimensões simbólica e afetiva. Ao longo do espetáculo, duas personagens servem-se da mesa para viajar entre o passado, o presente e o futuro, convocando os lugares da imaginação e da memória.

 

coprodução Comédias do Minho, Materiais Diversos e LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

Ana Madureira, interprete, segura um coração de papel

 

Dentro do Coração

Dança

Outubro 2019

Márcia Lança

 

“Mãe, o que há dentro do coração?”, perguntou-me um dia a minha filha. Passei os dias seguintes a tentar responder, não queria dizer-lhe apenas que o coração é um músculo que bombeia sangue para todo o corpo. Os meus lábios tremiam ao imaginar a cara de desilusão dela ao ouvir esta resposta. Parecia uma resposta demasiado simples, reduzir o coração a um músculo, que coisa mais sem graça. E as flechas do Cupido? E o coração da Branca de Neve? E a felicidade? O amor? A dor? Essas coisas também estão dentro do coração, não estão? Como pode um simples músculo que bombeia sangue ter dado origem a tantas histórias de amor, vingança, inveja, ciúme, dor, angustia e desejo? Um espetáculo de dança que cria um imaginário variado e complexo dentro do coração de cada um.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões, Comédias do Minho, Vagar – Associação Cultural

 

Fotografia de Cena do espetáculo a Menina do AMr

A Menina do Mar

Teatro

Maio 2019

Sophia de Mello Breyner Andresen

Edward Luiz Ayres d’Abreu

Ricardo Neves-Neves

Martim Sousa Tavares

 

Um dos títulos mais amados e lidos de Sophia de Mello Breyner Andresen transforma-se em conto musical através da voz, corpo e gesto de cinco actores, dez instrumentistas e um maestro. Percorrendo um universo marítimo e fantástico, a história trata de uma menina que vive no mar – mas muito curiosa pela vida em terra –, de um menino que vive em terra – mas muito curioso pela vida no mar – e do encontro improvável entre estes dois mundos.

 

coprodução LU.CA, Câmara Municipal de Lagos, Câmara Municipal de Loulé, Câmara Municipal de Guimarães, Teatro Municipal de Ovar, Galeria da Biodiversidade e Teatro Municipal do Porto

 

 

fotografia de cena do espetáculo sublinhar que retrata a bailarina Marta Cerqueira a desenhar no com giz branco no chão

 

SubLinhar

Dança

Março 2019

Marta Cerqueira

 

Para se escrever a palavra SubLinhar é preciso um ponto e traçar linhas com a mão. Para se dizer a palavra SubLinhar é preciso que um conjunto de sons saia da nossa boca. Mas há quem seja de poucas palavras. E o que acontece quando ficamos sem palavras? Se retirarmos Linha à palavra Sub(Linha)r, podemos usá-la para desenhar no espaço, insinuar formas, texturas, acentuar movimentos, definir direções ou percursos que nos levam a mudar de lugar, fazer perguntas ao mundo e crescer. Nessas trajetórias, o corpo também fala, repleto de ossos, tendões e músculos experiencia o aqui e o agora.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões, Materiais Diversos, Teatro Municipal do Porto/Festival DDD – Dias da Dança

 

 

Fotografia de divulgação do espetáculo Niet Hebben com a atriz Crista Alfaiate em personagem

 

Niet Hebben (Carta Rejeitada)

Teatro

Março 2019

Crista Alfaiate

 

A partir de textos conhecidos como Carta do Achamento do Brasil de Pero Vaz de Caminha, Carta ao Pai de Kafka, Carta a Bosie de Oscar Wilde, Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado e Novas Cartas Portuguesas de Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, entre outras, blá blá blá, esta carta rejeitada pretende repensar alguns temas como o feminismo, a guerra e o pós-colonialismo num mundo onde o Facebook e o Twitter é que estão a dar cartas.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões e Teatro Nacional São João

 

 

OO desenhador António Jorge Gonçalves e o MC e ativista Flávio Almada (ou LBC Soldjah) sorriem para a câmara, encostados a uma parede de pedra.

 

Válvula

Performance

Fevereiro 2019

António Jorge Gonçalves e LBC Soldjah

 

Válvula é um espetáculo que parte da história do graffiti para nos levar numa viagem com diversas perguntas: Por que riscamos as paredes de maneira informal desde há milhares de anos? São esses traços transgressão ou arte? Comunicação ou ocupação? Pode a desobediência ser legítima?

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões

 

 

2018

 

 

5 Fábulas para não adormecer

Marionetas

Dezembro 2018

Caroline Bergeron

 

Cinco histórias curtas onde se exploram, sem palavras, algumas veleidades dos humanos que podem não ser tão levianas ou inevitáveis como parecem.

 

corpodução LU.CA – Teatro Luís de Camões, Teatro Municipal do Porto e Teatro Virgínia

 

 

 

Um Tigre-Lírio é Difícil de Encontrar

Teatro

Setembro 2018

Alfredo Martins, Binete Undonque, Crista Alfaiate e Daniel Pizamiglio

 

Um Tigre-Lírio é Difícil de Encontrar é um espetáculo sobre a infância, a imaginação e o teatro. Os habitantes desta floresta podem passar sem transição de um estado a outro, de uma personagem a outra, da ficção à realidade, do quotidiano ao impossível. Imaginamos um espetáculo como uma espécie de ser híbrido que muda de forma, cresce para fora do palco e ameaça até engolir a plateia inteira. Queremos que os espetadores saiam do teatro a pensar: «Isto aconteceu mesmo ou eu sonhei?».

 

coprodução LU.CA Teatro Luís de Camões e Má-criação

 

 

 

Concerto Especial

Música

Setembro 2018 e março 2019

Bruno Pernadas

 

Bruno Pernadas aceitou o desafio de começar a temporada 2018/2019 do LU.CA com um Concerto Especial. Vamos ouvir músicas que conhecemos dos desenhos animados, mas agora ao vivo. Desta seleção especial, fazem parte bandas sonoras de autores como Henry Mancini e Guido y Maurizio de Angelis. São músicas que cresceram com os mais crescidos, que agora as mostram aos mais novos, e outras que os mais novos ouvem e, por isso, os mais crescidos também.

 

coprodução LU.CA – Teatro Luís de Camões