Peço a Palavra
• Teresa Coutinho
19 a 29 outubro 2023
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Classificação etária:
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Escolas:
19, 20, 25, 26 e 27 outubro: 10h30
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Famílias:
21, 22, 28 e 29 outubro: 16h30
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Sessões com LGP:
27 outubro: 10h30
28 outubro: 16h30 -
Sessão descontraída:
29 outubro: 16h30
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Classificação etária:
M/12
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Público-alvo:
A partir dos 12 anos
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Duração:
1h20
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Preço Escolas:
€3 < 18 anos / €1 escolas TEIP / Acompanhantes isentos
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Preço Famílias :
€3 < 18 anos / €7 > 18 anos / Descontos aplicáveis
Se todas e todos fomos adolescentes, o que acontece a essa força e a essa vontade de mudança, quando ocupamos lugares de poder?
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Criação e Texto
Teresa Coutinho
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Interpretação
Alice Azevedo, Ana Valentim, Catarina Rôlo Salgueiro, Lúcia Pires, Mariana Guarda, Rafael Gomes e Roberto Terra
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Câmara e realização de vídeo
Lúcia Pires e Mariana Guarda
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Desenho de Luz
Pedro Nabais
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Operação de Vídeo
Inês Paour
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Sonoplastia
Lúcia Pires
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Figurinos
As Anónimas
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Coreografia
Teresa Coutinho
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Apoio ao movimento
David Marques
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Produção Executiva e Direcção Técnica
Mariana Guarda
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Coordenação de Comunicação
Maria João Bilro
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Administração
Janine Lages
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Gestão Financeira
Vitor Alves Brotas
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Produção
Agência 25
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Coprodução
LU.CA – Teatro Luís de Camões
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Apoio
República Portuguesa – Cultura | DGARTES – Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian e Casa-Atelier – Fundação Arpad Szenes – Vieira da Silva
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Residências
Largo Residências, CAL – Primeiros Sintomas, O Rumo do Fumo
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Fotografia Promocional
Bruno Simão
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Fotografia de Cena
Filipe Ferreira e Susana Chicó
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Agradecimentos
AUEEEU, Clara Mântua, Cleo Diára, Filipe Silva, Francisca Caeiro, João Estrada, Leonardo Garibaldi, LoboMau Produções, Mariana Reis, Miguel Cravo, Nuno Pinheiro, Rita Cruz, Rui Westerman, Sérgio Coragem e TBA – Teatro do Bairro Alto
Em Peço a Palavra, encena-se um parlamento, uma assembleia universal, onde se debate a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Num futuro não muito distante, em 2030, os adolescentes de todo o mundo saem às ruas, reivindicando uma real aplicação desta Declaração: o único documento comum a todas as nações.
Neste parlamento, que será sempre filmado e projetado em tempo real, a política é chamada a aproximar-se dos jovens e obrigada a repensar-se: se todas e todos fomos adolescentes, o que acontece a essa força e a essa vontade de mudança, quando ocupamos lugares de poder?
A partir do artigo 1: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, as deputadas e os deputados debatem, entre momentos caricatos e epifanias, o direito a “sermos quem quisermos ser” e o dever de nos respeitarmos e às nossas especificidades, com enfoque nas questões de género e identidade.
Com humor, pretende-se instigar e aprofundar a nossa noção do Outro, nesta grande assembleia que é, no fundo, o teatro.
História visual que acompanha a sessão descontraída do espetáculo Peço a Palavra.
