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LU.CA Um lugar para as crianças, os jovens e as artes

Niet Hebben (Carta Rejeitada)

Crista Alfaiate e Diogo Bento

9, 10, 13, 14, 15, 16, 17 março

    Teatro Classificação etária: +12 +14 +18
Fotografia de divulgação do espetáculo Niet Hebben com a atriz Crista Alfaiate em personagem
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  • Famílias:

    9, 16, 17 março 16:30

  • Sessão descontraída:

    domingo 10 março 16:30

  • Sessão com audiodescrição:

    quinta 14 março 10:30

  • Escolas:

    13, 14, 15 março 10:30 | 14:30

  • Sugestão etária:

    +12

  • Preços:

    €3 Crianças e Jovens
    €7 Maiores 18
    €1 escolas TEIP
    Descontos aplicáveis

  • Criação Crista Alfaiate
  • Texto Crista Alfaiate e Diogo Bento
  • Apoio à criação Cláudia Gaiolas e Diogo Bento
  • Interpretação Crista Alfaiate
  • Desenho de luz Rui Monteiro
  • Assistência ao desenho de luz Teresa Antunes
  • Banda sonora Sérgio Martins e Rui Lima
  • Técnico de som Pedro Lima
  • Conteúdos gráficos e visuais Catarina Lee
  • Conceção de figurinos Aldina Jesus
  • Produção executiva Joana Costa Santos
  • Apoio à produção Luna Rebelo
  • Coprodução LU.CA - Teatro Luís de Camões e TNSJ
  • Apoio Fundação GDA e Largo Residências
  • Agradecimentos : Academia de Dança Antiga de Lisboa, Artistas Unidos, mala voadora, Teatro Meridional, Teatro Nacional D. Maria II, Vicente Trindade

A partir de textos conhecidos como Carta do Achamento do Brasil de Pero Vaz de Caminha, Carta ao Pai de Kafka, Carta a Bosie de Oscar Wilde, Cartas Portuguesas de Mariana Alcoforado e Novas Cartas Portuguesas de Maria Teresa Horta, Maria Isabel Barreno e Maria Velho da Costa, entre outras, blá blá blá, esta carta rejeitada pretende repensar alguns temas como o feminismo, a guerra e o pós-colonialismo num mundo onde o Facebook e o Twitter é que estão a dar cartas. Em cena, tipo, uma atriz disposta a escrever uma carta como quem fala. Enquanto fala. Acusada por si própria de vasculhar a correspondência alheia, reflete sobre o conteúdo de algumas cartas que leu (indevidamente, à socapa, em vez de estar a «anhar» no instagram ou a tirar selfies). Uma carta que tanto pode ser um discurso ou um e-mail, sem medo do passado e de olhos postos no futuro.

 

Fotografia: LU.CA/Alípio Padilha

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