Válvula
• António Jorge Gonçalves e Flávio Almada
1 a 24 outubro 2021
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Classificação etária:
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Famílias:
Famílias
1 outubro: 18h30
2, 3, 9, 10, 23 e 24 outubro: 16h30 -
Escolas:
6, 7, 8, 21 e 22 outubro: 10h30
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Sessões com LGP:
8 outubro: 10h30
9 outubro: 16h30 -
Sessão descontraída:
10 outubro: 16h30
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Classificação etária:
M/12
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Público alvo:
A partir dos 12 anos
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Duração:
60 min.
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Preço Escolas:
€3 < 18 anos / €1 escolas TEIP / Acompanhantes isentos
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Preço Famílias:
€3 < 18 anos / €7 > 18 anos / Descontos aplicáveis
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Temáticas de orientação curricular:
Linguagens e textos
Informação e comunicação
Raciocínio e resolução de problemas
Pensamento crítico e pensamento criativo
Relacionamento interpessoal
Desenvolvimento pessoal e autonomia
Sensibilidade estética e artística
Por que riscamos as paredes de maneira informal desde há milhares de anos?
- Criação António Jorge Gonçalves e Flávio Almada
- Interpretação António Jorge Gonçalves (palavras e desenho digital), LBC Soldjah (palavras e música)
- Direção e produção musical RAS M
- DJ ERRY G
- Espaço cénico António Jorge Gonçalves
- Produção Culturproject
- Uma encomenda LU.CA - Teatro Luís de Camões
Um espetáculo que parte da história do graffiti para nos levar numa viagem com várias perguntas: Por que riscamos as paredes de maneira informal desde há milhares de anos? São esses traços transgressão ou arte? Comunicação ou ocupação? Pode a desobediência ser legítima?
O desenhador António Jorge Gonçalves convida o MC e ativista Flávio Almada (LBC Soldjah) para juntos arriscarem respostas. Nesta performance, meio palestra meio concerto de rap/hip hop, o desenho digital, a música e as palavras guiam-nos pelos riscos que caçadores recoletores fizeram nas rochas há 30 mil anos, pelas anotações desenhadas que romanos fizeram nas paredes em Pompeia e pelos murais políticos de há 100 anos, para compreendermos as pinturas a spray que enchem os muros das cidades.
No fim de cada apresentação há uma conversa com os artistas para trocar ideias e fazer perguntas.