Uma ideia de justiça
• Joana Providência / Teatro do Bolhão
24 a 28 janeiro 2024
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Classificação etária:
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Escolas:
24, 25 e 26 janeiro: 10h30 e 14h30
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Famílias:
27 e 28 janeiro: 11h30 e 16h30
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Sessão descontraída :
28 janeiro: 11h30
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Sessões com LGP:
Todas as sessões contam com interpretação em Língua Gestual Portuguesa
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Classificação etária:
M/12
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Público-alvo:
A partir dos 6 anos
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Duração:
45 min
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Preço Escolas:
€3 menores de 18 anos / €1 escolas TEIP / Acompanhantes isentos
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Preço Famílias:
€3 menores de 18 anos / €7 maiores de 18 anos / Descontos aplicáveis
Um espetáculo pode ser uma ferramenta de construção de justiça?
- Texto Isabel Minhós Martins
- Direção Joana Providência
- Interpretação e cocriação Joana Mont’Alverne, Joana Petiz, Rina Marques
- Cenografia Cristóvão Neto
- Figurinos Cátia Barros
- Música Ana Bento, Bruno Pinto
- Desenho de luz Tiago Silva
- Apoio à voz Maria do Céu Ribeiro
- Apoio ao movimento Daniela Cruz
- Ilustração Carolina Gaessler
- Formação em Língua Gestual Portuguesa Cristiana Ferreira
- Coprodução Teatro do Bolhão, Teatro Aveirense, A Oficina, Teatro Nacional São João
O que é a justiça? E a injustiça? Uma Ideia de Justiça, de Joana Providência, com texto de Isabel Minhós Martins, é um espetáculo que traz estas perguntas literalmente para cima da mesa, uma mesa onde se tenta construir uma noção de justiça. À sua volta, há cadeiras especiais para sentar toda a gente: os que têm pernas compridas, os que não conseguem estar quietos, os que vêm sempre e os que não costumam ser convidados. Sobre ela, vários adereços: por exemplo, uma travessa cheia de fruta. Quem tem mais fome? Quem ainda não comeu? Quem tem direito a esta fruta?
Levantam-se interrogações parecidas quando são direitos, deveres ou liberdades o que está em cima da mesa. Ao abordar questões como a diversidade, a escolha, a igualdade e a liberdade, o espetáculo quer ser uma ferramenta de construção de justiça. E responder à interpelação
de Sophia de Mello Breyner: “Aquele que vê o espantoso esplendor do mundo é logicamente levado a ver o espantoso sofrimento do mundo.”
