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Os livros de Raimundo Cosme/Plataforma285

Há novos livros na Biblioteca do Público do LU.CA - Teatro Luís de Camões

Raimundo Cosme – membro da Plataforma285 – escolheu vários livros que orbitam à volta do espetáculo Parece um Pássaro.

 

OS LIVROS DO REI, de David Machado e Gonçalo Viana (ilustrações), ed. Alfaguara

 

O que aproxima este livro ao espetáculo que está em cena são os seus autores. E é, tal como o Parece Um Pássaro, também ele, um espetáculo da Plataforma285. É, de certa forma, a sua continuação, uma segunda parceria entre David Machado, Gonçalo Viana e Raimundo Cosme, para a divertida tarefa de confundir livros com espetáculos.  Uma história sobre a reconstrução depois da destruição, a possibilidade de sonhar o impossível, sobre não haver nenhuma impossibilidade na arte e o papel desta na construção do amanhã.

 

 

TROCA-TINTAS, de Gonçalo Viana, ed. Orfeu Negro

 

Porque não há duas sem três, Troca-Tintas é o livro base para o espetáculo A Árvore Branca. Mais uma colaboração de Raimundo Cosme com Gonçalo Viana, onde livro e espetáculo criam um imaginário incomum, sobre outras possibilidades, sobre uma infinidade de cores desarrumadas que podem pintar o mundo fugindo à norma e ao esperado. Troca-Tintas e a A Árvore Branca partem de uma vontade comum dos seus autores de tentarem mostrar às crianças que não há cores certas para pintar e que os impossíveis também podem ter lugar no mundo assim que se aceitar a estranheza. Porque tudo o que é preciso para se encontrar um equilíbrio é aceitar a diferença e ser tolerante com ela.

 

 

O ESTRANHO, de Kjell Ringi, ed. Bruaá Editora

 

Na órbita de Parece um Pássaro habita o estranho. Um livro, também ilustrado, que vem comunicar sobre os temas que mais exploramos: a aceitação, a empatia e a tolerância são essenciais para se vencer o preconceito. Um dia, um estranho encontra um país, cujos habitantes não se revendo nele decidem excluírem-no e afastarem-no só porque ele representa aquilo que não conhecem.

 

 

O DIA EM QUE ME TORNEI PÁSSARO, de Ingrid Chabbert, com tradução de Guridi, ed. The Poets and Dragons Society

 

O Dia em Que me Tornei Pássaro é um livro-primo do Parece um Pássaro. Fala também de amor – do primeiro amor – e de tudo aquilo que se faz para achar a atenção da pessoa especial que, tanto nos sossega, como nos agita o coração. Este livro, que usa apenas preto e branco, conta a história de um menino que se transforma num pássaro para chamar à atenção daquela que ama, avançando sem medos e sem receios daquilo que os outros vão achar. E, afinal de contas, o amor é assim mesmo: leva-nos a fazer coisas um bocadinho tolas, sem que nos importemos com os julgamentos alheios.

 

 

CHIU! TEMOS UM PLANO, de Chris Haughton, ed. Orfeu Negro

 

Este livro, de poucas letras e muitas ilustrações, é uma porta aberta para outros voos: aqui, um grupo de amigos tem um plano para capturar um pássaro, mas… os pássaros também têm planos! De estrutura semelhante ao Parece Um Pássaro, o final sugere um novo início.

 

 

OS PÁSSAROS, de Germano Zullo e Albertine, ed. Orfeu Negro

 

Escolhemos este livro pelo título, não vamos mentir. Mas, assim que o abrimos, a surpresa foi grande e foi direta ao nosso coração. Um camião carrega muitos pássaros que assim que lhe são abertas as portas, batem as asas e voam para longe. Mas há um pequeno ser, tão pequeno que dificilmente reparamos nele, que se recusa a sair do escuro do camião. Porque não voa ele? De que tem medo? Será que tem medo de partir?

 

 

TU E EU E TODOS, de Marcos Farina, ed. Orfeu Negri

 

Tu e Eu e Todos é um livro sobre respeito, empatia e partilha de um mundo comum. No contexto que vivemos hoje, parece-nos urgente que estes ideais de respeito e de cuidado com o outro e com o planeta sejam pensados desde cedo. Por mais diferentes que sejamos, são as diferenças que nos tornam tão únicos e especiais. Pensar sobre a diversidade das pessoas é aprender que o outro e o diferente não são uma ameaça, mas uma oportunidade de aprender mais e ser melhor.