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Conversa

Cidade e desobediência

António Jorge Gonçalves, Flávio Almada, Nuno Artur Silva, Ricardo Campos, Lara Seixo Rodrigues
9 fevereiro
Escadas com empedrado à portuguesa com tag azul e laranja à esquerda e graffiti com um padrão de olhos sobre fundo amarelo à direita.

Informações técnicas

Para famílias 9 fevereiro 18:00
Sugestão etária +14
Duração aprox. 90 minutos
Preços Entrada livre

Sinopse

O graffiti e a street art são a tatuagem das nossas cidades.

Tal como as nossas vivências no espaço urbano – cada vez mais efémeras e impermanentes -, estas imagens impuseram-se no espaço público seguindo uma estratégia de ocupação. Longe de serem consensuais, apresentaram-se, inicialmente, em lugares não autorizados, em rutura com o gosto dominante. Gradualmente, têm sido assimiladas como ornamento e antídoto para a própria transgressão que as originou.

Nesta conversa, vão-se debater questões como a da legitimidade da desobediência civil, o vandalismo como representação de grupos excluídos no espaço social, a hipervigilância e a privatização no espaço urbano, as relações entre arte e poder e o lugar da transgressão na atividade artística.

 

Integra o ciclo Porque desenhamos nas paredes.

 

Acesso livre mediante levantamento de bilhete 2h anteriores ao início do evento.

 

Fotografia: António Jorge Gonçalves