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Teatro Performance

Amor de Perdição (Mil-folhas)

Emanuel Santos
5 a 26 de novembro 2021
© Math is Good Studios

Informações técnicas

Informações e reservas escolas@lucateatroluisdecamoes.pt
Classificação etária M/14
Público alvo A partir dos 14 anos (Secundário)
Escolas 2 a 5 novembro e 23 a 26 de novembro (manhãs e tardes)
Duração 60 min.
Preço €1,5 (preço único)
Temáticas de orientação curricular  Linguagens e textos
Informação e comunicação
Pensamento crítico e pensamento criativo Relacionamento interpessoal
Desenvolvimento pessoal e autonomia
Sensibilidade estética e artística

Uma inesperada conferência na sala de aula sobre a obra "Amor de Perdição", o seu autor e muito mais.

«Amor de Perdição» apresenta-se no formato geral de conferência académica. Usando este artifício – o de uma especialista que falará sobre um tema – rapidamente nos deslocamos para o campo da criação artística, promovendo o cruzamento destes dois universos.

 

Assim, durante uma hora, à medida que se conta a trágica história do triângulo amoroso mais famoso da literatura portuguesa, revisita-se também a vida de Camilo Castelo Branco, experimentando possíveis cruzamentos biográficos com a sua produção literária. Textos do próprio autor bem como da sua extraordinária admiradora, Agustina Bessa Luís, serão convocados para mergulharmos a fundo neste Amor de Perdição e no universo do romantismo literário. É também o local ideal para refletir sobre o binómio ficção-realidade, como aponta Camilo no excerto citado. Tudo isto numa sessão que se quer participada e comentada pelos alunos e alunas, quebrando também uma certa hierarquização do saber. Fotografias, cartas, recortes de jornais, pequenos objetos serão utilizados para recriar estes ambientes e lançar a discussão, já anunciada por Luís Francisco Rebelo – Todo o Amor é Amor de Perdição? Ou, ainda de forma mais radical:  Como é possível morrer-se de amor?

 

Emanuel Santos

Começou a fazer teatro em Viseu com 14 anos, através do projeto KCena, promovido pelo Teatro Viriato. Como ator cruzou o seu caminho com Graeme Pullyen, Márcio Meireles, Paula Garcia, Cláudio Vidal ou Gonçalo Amorim. É licenciado em Estudos Artísticos pela Universidade de Coimbra e frequentou, em 2018, o REcurso – Curso de teoria e prática teatral, desenvolvido pela Estrutura Mala Voadora e José Maria Vieira Mendes, no Porto. Destaca a sua participação em Borralho, de Gonçalo Amorim, no Teatro Experimental do Porto; Desfile Provisório, de Joana Mont’Alverne, apresentado na Mala Voadora Porto onde, além de intérprete, colaborou na dramaturgia e na coordenação da publicação Desfile de Textos; e ÍMPAR, de Mafalda Banquart e Tiago Jácome, onde colaborou na dramaturgia. Como criador destaca ainda os espetáculos Manifesta – em cocriação com Joana Mont’Alverne, Mafalda Banquart, Tiago Araújo e Tiago Jácome, no âmbito do Recurso – Como Matar Tartarugas para O Teatro Mais Pequeno do Mundo e colabora com a companhia ArDemente. Foi vice-presidente do Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra e é cofundador dos projetos PleasureisPower (multidisciplinar) e SURUMBA not war (djsets).

 

Há livros doces, como mil-folhas. E há outros que, à primeira vista, parecem ser amargos. O LU.CA escolheu livros que crescem connosco para mergulhar dentro deles. Obras que estudamos na escola, de autores incontornáveis e que fazem parte da nossa vida desde cedo. A esta ideia chamámos Mil-folhas.

 

 

Ficha pedagógica para acompanhar o espetáculo

 

 

Informações artísticas

A partir do livro de Camilo Castelo Branco
Interpretação Emanuel Santos
Criação e Coordenação Artística Mil-folhas 2021/22 Leonor Barata