Mostrar-se curioso, colocar perguntas, querer compreender faz parte da infância. A batota não é possível com as questões das crianças, muito menos quando estas denotam uma complexidade filosófica que lhes é espontânea e natural.
Pretende-se, em primeiro lugar, ir ao encontro das perguntas colocadas pelos mais novos para, através destas, abrir espaço a uma reflexão crítica sobre o racismo.