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Os livros do Cão Solteiro

Estante branca com vários livros e almofadas no chão de madeira

O Cão Solteiro juntou-se à livraria Tinta nos Nervos para escolher vários livros que orbitam à volta do espetáculo Azul Vermelho Azul Manteiga.

 

“Juntarmo-nos numa parceria com a Tinta nos Nervos parece-nos especialmente importante neste tempo em que tudo é contingente e incerto. A Tinta nos Nervos é uma casa pequenina-grande, com muitas janelas abertas de onde se pode voar para coisas incríveis desenhadas. Quem abre as janelas é a Ana Ruivo e o Pedro Moura, que são nossos vizinhos e nossa família, porque há muitos géneros de famílias e a nossa é a das pessoas-que-acham-que-os-livros-são-das-coisas-mais-importantes-do-mundo”

Cão Solteiro Teatro

 

“Encontrar livros sobre as cores é abraçar um arco-íris inteiro tintado de todos os matizes. Uma paleta de páginas que procura dar conta de fenómenos óticos e de manipulação de pigmentos e o faz dos mais diversos modos, seja com aproximações teóricas e científicas, narrativas em que a cor participa na perceção da história ou se torna metáfora de tantos outros temas fundamentais ao crescimento. A convite da companhia de teatro Cão Solteiro, a Tinta nos Nervos mergulhou no arco-íris dos livros e puxou cinco para vos entregar:”

Tinta nos Nervos

 

Pequeno Azul e Pequeno Amarelo, de Leo Leonni

Com o Pequeno Azul e Pequeno Amarelo, de Leo Leonni, as manchas de cor ganham vida e voz e é dos seus encontros quotidianos que nascem sentimentos e novas cores.

 

 

Couleurs du Jour, de Květa Kacovska

Por vezes as cores são motivo para a construção de paisagens onde não se contam histórias, mas onde se criam sensações, como em Couleurs du Jour, de Květa Kacovska.

 

Hello Tomato, de Marion Carone e Camille Trimardeau

Muitas vezes, desse pano de fundo colorido, também nascem objetos inesperados. Em Hello Tomato, de Marion Carone e Camille Trimardeau, entra-se num jogo divertido porque quando se colocam as máscaras vazadas com a forma de frutos e legumes sobre as manchas de cor contínuas, se pode espicaçar a imaginação e fazer corresponder (ou não) cor e vegetal.

 

 

Os vestidos do Tiago, de Joana Estrela

Às vezes, a cor ajuda-nos a pensar noutros assuntos, a pensar no que queremos ser ou como ser, como se fossemos uma cor capaz de ter/ser todas as outras dentro de si. É dessa viagem pela identidade, a que a cor dá sentido, que se dá conta em Os vestidos do Tiago, de Joana Estrela.

 

 

O livro negro das cores, de Menena Cottin e Rosana Faría

Mas e quando não há luz, quando se está de olhos fechados ou não se vê, como se podem encontrar ou falar das cores? Como podemos (fazer) sentir a cor? O livro negro das cores, de Menena Cottin e Rosana Faría faz-nos pensar (e tocar) nisso.