Conseguimos ser felizes
• Festival PLAY
28 e 29 março 2026
-
Classificação etária:
-
Famílias:
28 e 29 março: 16h30
-
Classificação etária :
M/6
-
Público-alvo :
A partir dos 10 anos
-
Duração:
1h15
-
Preço:
3€ (preço único)
-
:
Abrangido pelo Passe Cultura (em exclusivo na bilheteira do teatro)
Histórias diferentes, que refletem sobre como olhamos para o mundo — e como o mundo nos olha de volta.
Há quem tire tantas selfies que até desaparece, quem passe o Verão a inventar histórias com as amigas e até quem encontre sapos de loiça que têm muito para dizer sobre o que é justo e o que é errado. Histórias diferentes, mas que falam sobre o mesmo: como é que olhamos o mundo — e como o mundo nos olha de volta.
Ninguém (Países Baixos, Animação, falado em neerlandês e legendado em português, 9 min.)
Florian, um obsessivo instagrammer, quando tira demasiadas selfies fica invisível. Terá de encontrar uma solução para manter os seus queridos seguidores.
Conseguimos fazer um filme (Portugal, Imagem real, falado em português e legendado em inglês, 15 min.)
Maria Inês vive as primeiras brisas de amor numas férias de Verão. Acompanhada das amigas, passeia pelo bairro onde vive passando o tempo entre missangas e a rodagem de um filme.
Corre Adela (Espanha, Imagem real, Falado em castelhano e legendado em português, 8 min.)
Adela só quer jogar futebol e fazer parte da equipa. Mas, no meio de um jogo, algo acontece que muda tudo e Adela tem de fugir, sabendo que nada voltará a ser como antes.
Morte ao biquini (Canadá, Imagem real, falado em francês e legendado em português, 16 min.)
Lili, de 10 anos, revolta-se quando os pais a obrigam a usar um biquíni.
Uma curta sobre Crianças (Palestina, Imagem real, falado em árabe e legendado em português, 10 min.)
Quatro crianças do campo de refugiados em Belém decidem visitar o mar pela primeira vez na vida.
Balada de um Batráquio (Portugal, Imagem real, falado em português, 12 min.)
Tal como os ciganos, os sapos de loiça não passam despercebidos a um olhar mais atento. Balada de um Batráquio surge assim num contexto ambíguo. Um filme que intervém no espaço real do quotidiano português como forma de fabular sobre um comportamento.