Não se canta à mesa – evento já decorrido
• Frenesim, Ana Madureira e Vahan Kerovpyan
24 a 28 fevereiro 2024
-
Classificação etária:
-
Famílias:
24 fevereiro: 16h30
25 fevereiro: 11h30 e 16h30 -
Escolas :
26 e 27 fevereiro: 10h30 e 14h30
28 fevereiro: 10h30 -
Classificação etária:
A classificar pela CCE
-
Público-alvo:
A partir dos 3 anos
-
Duração:
45 min (aproximadamente)
-
Preço Escolas:
€3 menores 18 anos / €1 escolas TEIP / Acompanhantes isentos
-
Preço Famílias:
€3 (preço único)
-
:
Espetáculo abrangido pelo Passe Cultura (em exclusivo na bilheteira do teatro)
Um concerto cantado à mesa, onde tudo e nada tem lugar.
-
Sinopse
Um concerto cantado à mesa, onde tudo e nada tem lugar – porque não se fala de boca cheia, nem de cotovelos apoiados; não se brinca com a comida, nem se põe no canto do prato as ervilhas. Mas inventam-se músicas para dar de comer, e brincadeiras para empurrar os legumes. Mas não se canta à mesa, que é falta de educação… E declamar poesia, ou cantar de boca fechada? E se a mesa não tiver comida, ou estiver de pernas para o ar? E se quem inventou tudo isto, não estava de facto a pensar?
-
Direção Artística
Ana Madureira
-
Criação, interpretação, música
Ana Madureira, Rita Campos Costa, Vahan Kerovpyan e Zé Figueiredo
-
Textos
Ana Madureira em cocriação
-
Objetos de cena
Ana Madureira, Marta Loureiro, Patrícia Pescada
-
Figurinos
Ana Madureira
-
Desenho de Luz
Mariana Figueroa
-
Produção Executiva
Marta Loureiro
-
Fotografias
Ana Luísa Pinto
-
Vídeos
Melanie Beier e Miguel Gonçalves
-
Agradecimentos
Quico Serrano, Inês Luzio, Natacha Sampaio, Ricardo Alves e Palmilha Dentada, Laboratório Artístico Frenesim
-
Uma produção Frenesim
Frenesim
O Frenesim é sonhado e posto em prática por um grupo de músicos, escultores, performers, professores e gente curiosa, que trabalha para promover a arte como fim, como projeto de mudança, desenvolvimento e aproximação das pessoas. Como criadores, artistas e companheiros, a Rita e o Zé inventam, desde 2014, formas de cruzar as práticas artísticas, em criações originais, dos espetáculos às oficinas, das instalações sonoras aos coros instantâneos, dos Laboratórios Artísticos ao trabalho em comunidade. Costuram a música eletrónica à tradicional, ligando-a ao movimento, às formas e às cores, em processos de composição-jogo, dos 0 anos, ao infinito.
Ana Madureira e Vahan Kerovpyan
Trabalham juntos desde 2013 nas áreas do teatro, música, palhaço, ilustração e pedagogia. Criam espetáculos, oficinas e publicações para público jovem, famílias e adultos. Precisam de um bom tempo de pesquisa para chegar ao âmago de uma questão urgente. Lá chegados, desenham uma narrativa simples e clara, que permita um verdadeiro encontro entre os criadores e o público. Olham à sua volta para reparar no material que têm à mão. Apostam na depuração e no minimalismo cénico. As suas ferramentas de eleição são o humor, o jogo, a rima, a reciclagem, a música viva, a música ao vivo e questões sérias.